15/09/2015 0 Comments Inspiração

Primeiro exemplar da revista Noivas (anos 90)

Tem menina que sonha com o casamento há muito tempo. Tem menina que nem sabe de onde vem esse sonho. Tem menina que sempre achou incrível todo o ritual, desde pequena. É simplesmente cultural. Sua mãe te veste de daminha quando você é criança. Você começa assistindo aos clássicos contos-de-fada e chega até às comédias românticas e em todos os filmes é sempre igual: a menina busca o amor da sua vida e casa com ele no final. Você ama ir aos aniversários de 15 anos de todas as meninas da turma. Passa pelas formaturas. E quando menos espera, começa a receber convites para os casórios. E eles só aumentam. Tá feito. Você já foi fisgada.

Eu não sou diferente. Talvez nem tenha aquele grande sonho do casamento de princesa, mas sempre amei tudo o que diz respeito ao tema e amo participar. E por isso, hoje estou por aqui. Pesquisando e compartilhando dicas e informações para as noivas. E esse gostar não é recente. E posso provar! Achei recentemente uma revista, que nem lembro como consegui, mas guardo há tantos e tantos anos. Descobri só agora que era uma primeira edição da revista Noivas, do Ronaldo Esper.

A revista não tem ano, chuto que deve ser de 2000. Eu tinha 11 na época. E é incrível ver toda a mudança de moda, estilo, decoração, enfim, de tudo, que houve nesses anos. Parece uma outra vida! Todos os vestidos era extremamente detalhados, todos amplos e rodados, com muitos adornos e pedrarias.

E o que falar das coroas e tiaras? Era para quem queria viver seu dia de princesa MESMO!

Também há um ensaio focando no dourado. Muito dourado! Eu lembro desse modelo de buquê metálico, meio estilo rococó, em itens de decoração na época.

Vi recentemente algumas fotos de buquês como esse circulando pelos instragrams e facebooks da vida. E não duvido que muito disso volte, a moda dos casamento também é cíclica!

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Uma outra matéria, sugere esquecer o habitual branco e experimentar novas cores. Os vestidos aparecem em verde, vinho, florido, mas a modelagem, essa sim, continuava tradicionalmente ampla e chamativa! Talvez seja uma característica do estilista.

O melhor mesmo é que eu dava nota para os vestidos e os classificava conforme meus gostos de criança (poupei vocês dessa parte). Fora a revista, guardo com carinho as fotos de quando fui daminha e o vestido de noiva da Barbie, é claro. Pequenas recordações que dizem muito sobre esse meu gosto de hoje! E você, qual sua lembrança mais antiga de casamentos e quando começou a amá-los como eu?